EUA impõem sanções a envolvidos com bloqueio de ajuda humanitária à Venezuela
Segundo a divisão de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro, seis funcionários do governo da Venezuela impediram a entrada de ajuda humanitária no dia 23 de fevereiro.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitiu nesta sexta-feira (1º) novas sanções relacionadas à Venezuela contra seis funcionários do governo que impediram a entrada de ajuda humanitária no país no dia 23 de fevereiro. O documento pede o congelamento de ativos dos envolvidos.
Para o secretário da divisão de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Tesouro, Steven T. Mnuchin, os bloqueios de caminhões e navios carregados com ajuda humanitária "são o exemplo mais recente do regime ilegítimo [de Nicolás Maduro], que arma a entrega de alimentos e suprimentos essenciais para controlar os venezuelanos vulneráveis", disse o secretário.
"Estamos sancionando os membros das forças de segurança de Maduro em resposta à violência repreensível, mortes trágicas e incendiar indiscriminadamente alimentos e remédios destinados aos venezuelanos doentes e famintos ”, complementa.
Os Estados Unidos foram os primeiros a reconhecer Juan Guaidó como presidente autoproclamado da Venezuela. Em janeiro, a Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou uma declaração em que não reconhece a legitimidade do novo mandato de Nicolás Maduro.
As sanções
Em maio de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva banindo o envolvimento de cidadãos norte-americanos em negociações de títulos da dívida da Venezuela e de outros ativos. A medida, adotada após a reeleição de Maduro para a presidência, vale para bens relacionados ao petróleo e a outras áreas do governo da Venezuela.
Na ocasião, o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, disse que as sanções estavam “em contradição absoluta com a lei internacional”.
Em janeiro deste ano, os EUA anunciaram outras sanções contra a Venezuela. De acordo com uma nota do Departamento de Tesouro dos EUA, essas sanções visam um esquema de rede de câmbio venezuelano que teria desviado bilhões de dólares para funcionários do governo Maduro. Os alvos são 7 indivíduos e 23 organizações.
Fechamento da fronteira
Na semana passada, Nicolás Maduro determinou o fechamento da fronteira da Venezuela com o Brasil, em Pacaraima (RR).
Nesta sexta-feira (1°), a fronteira entre Brasil e Venezuela amanheceu fechada pelo 8º dia, mesmo após uma negociação entre os governadores dos estados de Roraima e Bolívar.
Guaidó no Brasil
O autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, se reuniu na quinta-feira (28) com o presidente Jair Bolsonaro, lideranças do Congresso e diplomatas da União Europeia. Nesta sexta-feira (1º), Guaidó embarcou para o Paraguai, onde participará de reunião com o presidente Mario Abdo Benítez.
Ao deixar o hotel na capital federal, Guaidó disse que a passagem pelo Brasil foi "muito importante", um "respaldo da democracia" para a reconstrução da Venezuela. Guaidó chamou o Brasil de "povo irmão" e agradeceu ao país.
"Muito obrigada ao Brasil, ao seu presidente, ao Senado, ao Congresso", disse. As Informações são do G1.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitiu nesta sexta-feira (1º) novas sanções relacionadas à Venezuela contra seis funcionários do governo que impediram a entrada de ajuda humanitária no país no dia 23 de fevereiro. O documento pede o congelamento de ativos dos envolvidos.
Para o secretário da divisão de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Tesouro, Steven T. Mnuchin, os bloqueios de caminhões e navios carregados com ajuda humanitária "são o exemplo mais recente do regime ilegítimo [de Nicolás Maduro], que arma a entrega de alimentos e suprimentos essenciais para controlar os venezuelanos vulneráveis", disse o secretário.
"Estamos sancionando os membros das forças de segurança de Maduro em resposta à violência repreensível, mortes trágicas e incendiar indiscriminadamente alimentos e remédios destinados aos venezuelanos doentes e famintos ”, complementa.
Os Estados Unidos foram os primeiros a reconhecer Juan Guaidó como presidente autoproclamado da Venezuela. Em janeiro, a Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou uma declaração em que não reconhece a legitimidade do novo mandato de Nicolás Maduro.
As sanções
Em maio de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva banindo o envolvimento de cidadãos norte-americanos em negociações de títulos da dívida da Venezuela e de outros ativos. A medida, adotada após a reeleição de Maduro para a presidência, vale para bens relacionados ao petróleo e a outras áreas do governo da Venezuela.
Na ocasião, o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, disse que as sanções estavam “em contradição absoluta com a lei internacional”.
Em janeiro deste ano, os EUA anunciaram outras sanções contra a Venezuela. De acordo com uma nota do Departamento de Tesouro dos EUA, essas sanções visam um esquema de rede de câmbio venezuelano que teria desviado bilhões de dólares para funcionários do governo Maduro. Os alvos são 7 indivíduos e 23 organizações.
Fechamento da fronteira
Na semana passada, Nicolás Maduro determinou o fechamento da fronteira da Venezuela com o Brasil, em Pacaraima (RR).
Nesta sexta-feira (1°), a fronteira entre Brasil e Venezuela amanheceu fechada pelo 8º dia, mesmo após uma negociação entre os governadores dos estados de Roraima e Bolívar.
Guaidó no Brasil
O autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, se reuniu na quinta-feira (28) com o presidente Jair Bolsonaro, lideranças do Congresso e diplomatas da União Europeia. Nesta sexta-feira (1º), Guaidó embarcou para o Paraguai, onde participará de reunião com o presidente Mario Abdo Benítez.
Ao deixar o hotel na capital federal, Guaidó disse que a passagem pelo Brasil foi "muito importante", um "respaldo da democracia" para a reconstrução da Venezuela. Guaidó chamou o Brasil de "povo irmão" e agradeceu ao país.
"Muito obrigada ao Brasil, ao seu presidente, ao Senado, ao Congresso", disse. As Informações são do G1.
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